
Jantar à meia-luz
O restaurante era um ninho de tentação, as luzes suaves lambendo as paredes como carícias proibidas, as velas tremulando nas mesas como se sussurrassem promessas de putaria. O piano ao fundo tocava uma melodia lenta, sensual, que fazia minha pele arrepiar e minha buceta pulsar. Eu, Nick, entrei de braço dado com Léo, meu marido, meu macho, sentindo o calor subir pelo corpo. Ele tava um tesão do caralho, o terno azul-marinho abraçando cada músculo, o peito largo esticando o tecido, os olhos castanhos me devorando como se quisessem rasgar meu vestido preto ali mesmo. Por trás daquela cara
