O Segredo na Casa do Interior

Eu, Léo, sempre soube que o tesão com a Nick era uma chama que a gente atiçava sem limites, uma fogueira que queimava qualquer lugar que a gente pisasse. Mas naquela sexta-feira, quando meus pais me chamaram pro interior pra assinar uns papéis de herança dos meus avós, fui sozinho, porque a Nick tava atolada num evento profissional. O calor do verão pesava no ar, o sol escaldante batendo no capô do carro enquanto dirigia pela estrada de terra, o cheiro de mato seco e asfalto quente invadindo as janelas.

Cheguei na casa dos meus pais ao meio-dia, uma construção simples de telhado baixo, paredes caiadas, o quintal cheio de galinhas e o som de rádio sertanejo ecoando pela varanda. Meus pais, Dona Clara e Seu João, me receberam com abraços suados, o cheiro de café fresco misturado com o suor deles. Minha tia Célia, irmã mais velha do meu pai, tava lá também, como sempre, morando com eles. Aos 55 anos, ela era a típica tiazona solteirona, nunca namorou, nunca quis casar, sempre de vestidos floridos que escondiam, mas não apagavam, um corpo que ainda chamava atenção: curvas generosas, seios fartos marcando o tecido, a bunda redonda balançando quando andava, a pele morena brilhando de suor sob o calor do interior. Assinei os papéis do inventário rapidinho, o advogado explicando tudo na sala, o ventilador zumbindo inútil contra o calor.

Quando tava pra pegar a estrada de volta, meu primo Mateus, de 20 anos, apareceu na porta, magro, cabelo loiro bagunçado, o short folgado marcando o pau que ele nem tentava esconder. “Fica pra noite, primo!”, pediu, o sorriso cheio de molecagem. “A cidade tá animada, vamo tomar um sorvete na praça.” Olhei pro relógio, o sol ainda alto, e topei. O calor tava insuportável, e a ideia de uma volta na praça parecia boa. Convidei meus pais e a tia Célia pra irem junto. Meus pais toparam na hora, mas Célia resmungou, largada no sofá, o vestido florido subindo nas coxas grossas, o suor pingando na testa. “Tô sem coragem, Léo. Vou ficar por aqui, esse calor tá de matar.” Mateus, que tava chegando, ouviu e ficou quieto, um brilho estranho nos olhos claros. Saímos pro sorvete, o céu escurecendo em tons de laranja, a praça cheia de famílias e casais, o cheiro de milho assado e sorvete de flocos no ar. Enquanto ríamos e tomávamos cerveja no quiosque, não sabia que, na casa, um fogo bem diferente tava começando a queimar.

A Putaria na Penumbra Mateus, com seus 20 anos, pouco cérebro e um tesão que dominava cada poro, viu a chance que sempre sonhou quando ouviu que a tia Célia ficaria sozinha. Ele cresceu vendo ela pela casa, os vestidos floridos marcando o corpo, a bunda balançando, os seios pesados que ele imaginava pelados nas punhetas solitárias antes de dormir. O calor do interior só aumentava o fogo dele, e, com todos fora, ele voltou sorrateiro pra casa, o coração disparado, o pau já duro no short sem cueca, marcando o tecido enquanto entrava pela porta dos fundos, o silêncio da casa quebrado só pelo tique-taque do relógio. Na penumbra do corredor, ele viu a luz fraca do quarto de Célia, a porta entreaberta.

Espiou, o suor escorrendo pela nuca, e lá tava ela, deitada na cama, o vestido florido levantado até as coxas, a mão tímida entre as pernas, se tocando devagar, os olhos fechados, o peito subindo com a respiração pesada. O cheiro dela — sabonete de lavanda, suor, tesão puro — enchia o quarto, e Mateus, sem pensar, deixou o impulso falar mais alto. Entrou no quarto, o short marcando o pau duro, o peito nu brilhando de suor, o olhar fixo na tia. Célia abriu os olhos e deu um grito abafado, puxando o vestido pra baixo, o rosto vermelho de vergonha. “Mateus, que é isso, menino?! Tá louco? Isso é falta de educação!”, esbravejou, sentando na cama, os seios balançando sob o tecido, os mamilos duros marcando o vestido. “Foi por isso que me afastei dos homens a vida toda, essas atitudes nojentas!

“Mateus riu, um riso de palhaço, sem tirar os olhos dela. “Tia, quantos anos tu tem mesmo?” Ela hesitou, o rosto ainda vermelho. “Cinquenta e cinco…” Ele sorriu, o tom maroto na voz. “Uma velha gostosa de 55 anos é virgem ainda?” Célia engoliu em seco, os olhos arregalados, e assentiu, a voz tremendo. “Sim, nunca… nunca fiz isso. “Ele se aproximou, o pau pulsando no short, o cheiro dele — suor, hormônios, tesão bruto — invadindo o quarto. “Tia, tu é gostosa pra caralho. Sempre tive tesão em ti, imaginava te ver pelada, te foder até gemer alto.” Célia corou, o calor subindo pelo pescoço, os arrepios dançando na pele enquanto ele continuava, a voz cheia de graça. “Levanta um pouco esse vestido, vai. Só um pouquinho, e eu saio.”

Ela hesitou, as mãos tremendo, mas, num impulso que nem ela entendia, levantou o vestido, mostrando as coxas grossas, a pele morena brilhando de suor. “Porra, que delícia”, Mateus grunhiu, dando um passo pra porta, mas voltou, o olhar sacana brilhando. “Mostra mais, tia. Só as pernas, deixa eu ver.” Ela, sem jeito, levantou mais, o vestido subindo até revelar a calcinha de renda branca, o tecido marcando a buceta virgem, já melíflua de um tesão que ela não sabia nomear. “Caralho, tia, tu é uma gostosa”, ele disse, se aproximando, o pau duro quase rasgando o short. “Quero te ensinar como é o sexo. Tu quer aprender? “Célia, com o coração disparado, sentiu um calor adolescente queimar dentro dela, os arrepios subindo pela nuca. “Mateus, eu… nunca fiz isso. Me ensina?”, pediu, a voz tímida, os olhos brilhando de vergonha e desejo.

Ele assentiu, babando feito lobo, e mandou: “Tira essa calcinha, tia. Quero te ver nua.” Ela obedeceu, rendida, o tecido rendado escorregando pelas coxas, a buceta virgem exposta, os pelos escuros melífluos de tesão, o cheiro dela — lavanda, suor, vontade — enchendo o quarto. Mateus se ajoelhou, as mãos massageando a buceta dela, os dedos explorando os lábios melífluos, sentindo os tremeliques dela enquanto gemia baixo, “Porra, que buceta gostosa.” Ele virou ela de costas, a bunda redonda empinada na cama, e começou a beijá-la, a língua molhada lambendo a pele suada, subindo até o cuzinho virgem, onde passou a língua atrevida, o gosto salgado dela invadindo a boca enquanto Célia gemia, “Meu Deus, menino, que é isso?”, os arrepios explodindo pelo corpo, a buceta melando mais enquanto ele enfiava um dedo, sentindo o calor úmido pulsar. “Agora fica quietinha, tia”, ele mandou, deitando sobre ela, o pau duro roçando a entrada da buceta virgem. “Vou tirar tua virgindade, mas controla os gemidos no colchão.” Ele esfregou a cabeça do pau na buceta dela, testando, o mel dela melando o pau enquanto ela tremia, a boca contra o colchão abafando os gemidos. Ele segurou os quadris dela com força, o suor deles se misturando, e meteu devagar, o pau grosso rasgando a buceta virgem, a dor inicial fazendo ela morder o tecido enquanto gemia, “Ai, Mateus!” Mas logo a dor virou prazer, o corpo dela reagindo, a buceta apertando o pau dele enquanto ele socava, o som molhado da foda ecoando no quarto quente.”Caralho, tia, tá gostando?”, ele perguntava, o tom brincalhão, enquanto metia mais fundo, o pau pulsando no calor úmido.

Ela assentia, a boca no colchão, os gemidos abafados, o corpo suado tremendo de tesão. “Porra, que buceta apertada”, ele grunhia, socando com força, o cheiro deles — sexo, suor, lavanda — pesando no ar enquanto ela gozava, o esguicho melando o lençol, o corpo dela uma cadela no cio pro pau do sobrinho. “Quero teu cu agora, tia”, ele disse, saindo da buceta, o pau melado brilhando na luz fraca. Ele cuspiu na entrada do cuzinho virgem, esfregou o pau e meteu com força, o anal rasgando enquanto ela gritava, “Caralho, Mateus!”, a dor misturada com um prazer pecaminoso que a fazia tremer, os arrepios subindo pela espinha. Ele socava fundo, a bunda dela tremendo, o som da carne batendo ecoando, o cu apertado envolvendo o pau enquanto ela gozava de novo, a buceta melando o colchão, uma cadela no cio pro incesto sujo que a incendiava. “Porra, vou gozar!”, ele avisou, saindo do cu, o pau pulsando enquanto jorrava na bunda dela, a porra quente escorrendo pelas coxas grossas, melando a pele suada.

Célia, ainda tremendo, virou o rosto, os olhos brilhando de satisfação, e, num impulso, passou o dedo na porra, levou à boca e lambeu, o gosto salgado e bruto do sobrinho marcando a língua, um prazer pecaminoso que a fazia gemer baixo, “Meu Deus, menino, que delícia.” Ele riu, o pau amolecendo, e os dois fizeram um pacto: nunca contar, nunca repetir. Mas o brilho nos olhos dela dizia que o fogo tava aceso. O Choque de Léo Quando voltei da praça, o cheiro de sorvete e cerveja ainda na roupa, notei Mateus na varanda, o rosto vermelho, o corpo suado, um cheiro estranho no ar — sexo, suor, algo que não batia. “Tá de boa, primo?”, perguntei, sentando ao lado dele, a cerveja gelada pingando na mão. Ele riu, um riso nervoso, e começou a contar, sem filtro, o que tinha feito com a tia Célia. Cada palavra era um soco: o quarto, a calcinha de renda, a buceta virgem, o cu, a porra na bunda, o prazer sujo dela lambendo tudo como uma cadela no cio.

Fiquei consternado, a cerveja azedando na boca, o coração disparado. “Porra, Mateus, tu tá louco? Isso é… caralho, é errado pra cacete!”, falei, a voz tremendo. Ele deu de ombros, o sorriso sacana fixo. “Errado, mas foi foda. Ela tava louca pra isso, primo. Aposto que vai querer de novo.” Eu não sabia o que dizer, o peso do incesto me travando, o tesão confuso misturado com o choque. Peguei o carro e voltei pra casa na mesma noite, a estrada escura refletindo minha cabeça bagunçada.

Chegando em casa, contei tudo pra Nick, a voz baixa, quase envergonhada, enquanto tomávamos cerveja no sofá, o cheiro dela — perfume, suor, tesão puro — me envolvendo. Ela ouviu em silêncio, os olhos verdes arregalados, a boca entreaberta. “Caralho, Léo, que história pesada”, disse, rindo nervosa. “Mas, sabe, sexo faz bem pra saúde. Que bom que o nosso não precisa dessas paradas complicadas. Não julgo ninguém, mas… porra, que tesão doido.” Eu assenti, o pau meio duro apesar do choque, a mente girando com o peso daquele segredo. Nosso tesão era livre, sem culpa. O de Célia e Mateus era outro fogo — sujo, pecaminoso, mas um que eles amavam queimar.

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