Exibicionismo

Exibidos: Uma Noite de Luxúria e Risco no Shopping do Desejo

Eu, Léo, e Nick, minha mulher insaciável, vivemos para o tesão do risco. Após cinco anos, nosso fogo só aumenta, e transar em público é nossa droga — o medo de sermos pegos faz meu pau explodir e a buceta dela pingar. Naquela noite, escolhemos um shopping aberto até tarde, perfeito para nossa putaria. “Vamos conseguir?”, Nick perguntou, o casaco mal cobrindo as curvas que eu queria foder ali mesmo. “Escolhe o lugar, sua puta”, respondi, minha mão na bunda dela, sentindo o calor da buceta por baixo. Ela apontou uma loja de móveis, com sofás e uma cama

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Jantar à meia-luz

O restaurante era um ninho de tentação, as luzes suaves lambendo as paredes como carícias proibidas, as velas tremulando nas mesas como se sussurrassem promessas de putaria. O piano ao fundo tocava uma melodia lenta, sensual, que fazia minha pele arrepiar e minha buceta pulsar. Eu, Nick, entrei de braço dado com Léo, meu marido, meu macho, sentindo o calor subir pelo corpo. Ele tava um tesão do caralho, o terno azul-marinho abraçando cada músculo, o peito largo esticando o tecido, os olhos castanhos me devorando como se quisessem rasgar meu vestido preto ali mesmo. Por trás daquela cara

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O Segredo do Estúdio de Tatuagem: Uma Noite de Ousadia e Desejo Proibido

Eu, Nick, sempre soube que o tesão entre mim e Léo era uma tinta que a gente espalhava sem limites, uma obra bruta que marcava qualquer canto disponível, e naquela noite de quinta-feira eu queria essa tinta foder um estúdio de tatuagem. O calor do verão ainda pesava no ar, mesmo com o céu escurecendo em tons de roxo, e a ideia de invadir o estúdio do amigo tatuador do Léo surgiu enquanto tomávamos cerveja na sala. O vento morno entrava pela janela aberta, o shortinho subia nas minhas coxas suadas, a blusa leve grudava nos peitos, os mamilos

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Academia, Olhares e Prazer: História Erótica de Tesão e Liberdade

O calor do verão pesava como uma manta úmida naquela terça-feira à noite, o céu azul profundo enquanto o suor escorria pelo meu peito nu. Eu, Léo, sabia que Nick era uma mulher que transformava qualquer lugar num campo de desejo selvagem, uma chama que eu atiçava até virar um incêndio incontrolável. Estávamos na sala, tomando cerveja, o ventilador girando preguiçoso no ar abafado. Nick usava um shortinho jeans que abraçava a bunda, a blusa leve colada nos peitos fartos, os mamilos duros marcando o tecido, o suor brilhando na pele morena. O cheiro dela — perfume doce, suor

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