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Academia, Olhares e Prazer: História Erótica de Tesão e Liberdade

O calor do verão pesava como uma manta úmida naquela terça-feira à noite, o céu azul profundo enquanto o suor escorria pelo meu peito nu. Eu, Léo, sabia que Nick era uma mulher que transformava qualquer lugar num campo de desejo selvagem, uma chama que eu atiçava até virar um incêndio incontrolável. Estávamos na sala, tomando cerveja, o ventilador girando preguiçoso no ar abafado. Nick usava um shortinho jeans que abraçava a bunda, a blusa leve colada nos peitos fartos, os mamilos duros marcando o tecido, o suor brilhando na pele morena. O cheiro dela — perfume doce, suor

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Jovens Ardentes: Jornada de Fetiche e Descoberta Sexual

Éramos um grupo de jovens entre 18 e 20 anos, na fase quente da descoberta sexual. Reuniões viravam sessões de masturbação e jogos de troca-troca, algo natural entre nós. Meu primo, com jeitinho afeminado, atraía todos, e eu me joguei nessa. Adorava ser passivo, e ele me penetrava de leve, só a cabeça do pau entrando, explorando sem pressa, um tesão novo pulsando em mim. Aos 18, tudo mudou. Uma tarde, ele me pegou desprevenido, enfiando todo o cacete grande e grosso, me fazendo gemer alto de prazer. Depois disso, só queria dar pra ele. Tinha namorada, mas era

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A Noite do Terceiro – Desejo, Fantasia e Dupla Entrega

Eu sou Nick, e sempre senti que o tesão entre mim e Léo era como fogo em gasolina — intenso, incontrolável, impossível de apagar. Mas naquela sexta-feira chuvosa, com o cheiro de tempestade no ar, a gente decidiu alimentar ainda mais as chamas. Entre beijos, cerveja gelada e provocações no sofá, ele lançou a pergunta que fez meu corpo estremecer: “Já pensou em chamar alguém para brincar com a gente?”. Na hora, ri, mordendo o lóbulo da orelha dele e devolvi com malícia: “Quer me ver entregando pra dois, é isso?”. Ele me apertou pela cintura, os olhos queimando

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O Jogo da Verdade: Uma Noite de Fogo e Desejo sem Limites

Era uma noite quente, daquelas que fazem a pele grudar no tecido do vestido e o ar parecer denso, carregado de promessas. Eu, Nick, estava na sala de casa, os pés descalços sentindo o frescor do chão de madeira, uma taça de vinho tinto na mão, o líquido rubro brilhando sob a luz suave do abajur. Léo, meu parceiro, meu macho, estava ao meu lado, o corpo exalando aquele cheiro de colônia amadeirada misturada com o calor natural da pele dele. A gente nunca foi de se contentar com o comum. Noite após noite, a gente caçava formas de

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Glory Hole Selvagem: Noite de Dupla Penetração e Fetiche Intenso

Eu, Nick, sentia o tesão com Léo como uma chama eterna, mas naquela noite de sábado, enquanto tomávamos banho juntos, a água quente escorrendo pelos nossos corpos e as mãos dele apertando minha bunda com desejo bruto, eu quis jogar gasolina nesse fogo. “Quero ir numa casa de swing”, falei, a voz rouca enquanto mordia o pescoço dele, a espuma do sabonete deslizando entre meus seios. Léo riu, os olhos brilhando de sacanagem. “Quer ser puta num lugar novo, é?”, perguntou, a mão descendo firme, me puxando contra ele. “Quero um Glory Hole”, respondi, a buceta pulsando só de

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Segredos do Apartamento da Frente

Eu, uma vizinha curiosa, conheci um casal de velhinhos no prédio — sempre os ajudava com sacolas e chaves. Mas quando a esposa faleceu, fiquei com pena do viúvo e comecei a dar mais atenção. Nossos encontros no elevador viraram longas conversas, ele era simpático, mas solitário. Um dia, comentei sobre uma torta de frango deliciosa que fiz, e ele, triste, disse: “Desde que ela se foi, não provo mais comida caseira.” Comovida, prometi levar um pedaço à tarde. Lá pelas duas, levei a torta, ele me convidou pra entrar, agradeceu com alegria e disse que a faxineira saía

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O Elevador do Desejo — Um Conto Erótico Intenso de Prazer e Proibição

Já passava da meia-noite quando eu, Léo, e minha esposa Nick voltávamos de um jantar regado a vinho e promessas silenciosas. Estávamos excitados, conectados, prontos para mais uma noite ardente quando o improvável aconteceu: o elevador parou entre dois andares, trancando a gente ali dentro… junto com um estranho. A penumbra metálica do espaço pequeno se transformou em cenário perfeito para o desejo proibido. O cheiro de vinho na respiração dela, a proximidade dos corpos e o olhar fixo do desconhecido fizeram minhas fantasias mais obscuras ganharem vida. E naquele instante eu soube: não íamos apenas esperar pelo resgate.

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Drive-In do Anal: Noite de Fetiche e Dupla Penetração Explosiva

Eu, Nick, sabia que o fogo de Léo me consumia, mas naquela sexta-feira, com o calor invadindo as janelas, eu queria reinar como rainha do anal. “Que tal um drive-in hoje?”, ele sugeriu, a voz rouca, a mão pronta pra me agarrar. “Drive-in? Pra ver filme ou pra me foder?”, provoquei, o vestido subindo e mostrando a coxa que ele adorava morder. “Pra te foder até você gritar”, ele retrucou, o olhar me devorando. “Quero te ver levando rola em todos os buracos, e quem sabe mais alguém se junta.” A buceta pulsou com a ideia. “Então me leva,

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