Drive-In do Anal: Noite de Fetiche e Dupla Penetração Explosiva

Eu, Nick, sabia que o fogo de Léo me consumia, mas naquela sexta-feira, com o calor invadindo as janelas, eu queria reinar como rainha do anal. “Que tal um drive-in hoje?”, ele sugeriu, a voz rouca, a mão pronta pra me agarrar. “Drive-in? Pra ver filme ou pra me foder?”, provoquei, o vestido subindo e mostrando a coxa que ele adorava morder. “Pra te foder até você gritar”, ele retrucou, o olhar me devorando. “Quero te ver levando rola em todos os buracos, e quem sabe mais alguém se junta.” A buceta pulsou com a ideia. “Então me leva, meu macho”, respondi, trocando por um shortinho apertado e blusa cropped, sem calcinha nem sutiã, pronta pra sacanagem.

No drive-in, entre carros e um filme ignorado, estacionamos num canto escuro. “Aqui tá perfeito”, Léo disse, abrindo a calça, o pau duro saltando enquanto me puxava pro banco de trás. “Quero teu pau na minha boca primeiro”, falei, caindo de boca, chupando com gula enquanto ele gemia, “Porra, Nick, que delícia”, forçando minha cabeça. “Quero tua buceta agora”, ele mandou, rasgando o short e me puxando pro colo, metendo forte enquanto eu cavalgava, gemendo alto, o carro balançando. Queria mais — meu trono era o anal. “Quero teu pau no meu cu”, pedi, empinando a bunda. “Mete fundo, Léo”, implorei, e ele cuspiu, enfiando com uma estocada que me fez gritar, o cu quente me rasgando. “Caralho, teu cu é perfeito”, ele grunhiu, socando enquanto eu gemia.

Então, vi João, o funcionário, uns 25 anos, parando perto, olhos arregalados. “Quer participar?”, chamei, sem vergonha. “Vem, fode minha buceta enquanto ele me come o cu”, mandei, e Léo riu, me virando. “Mostra pra ele como você é rainha”, Léo disse, enquanto João metia na buceta, e Léo voltava pro cu, os dois me fodendo em dupla penetração. “Porra, sim!”, gemi, o cu e a buceta apertando enquanto eles socavam. “Fodem essa vadia!”, pedi, suada e tremendo. “Quero os dois no meu cu. Duplo anal, Léo, me dá isso”, exigi. “Tá pronta pra ser rainha mesmo?”, ele perguntou, guiando João pro meu cu já aberto. “Deita e relaxa”, mandou, metendo primeiro, depois João forçando junto. O grito foi puro êxtase, o cu se abrindo, a dor virando prazer. “Goza no meu cu, seus safados”, implorei, e João jorrou primeiro, a porra enchendo meu cuzinho, seguido por Léo, os paus pulsando enquanto eu gozava.

“Fizemos isso juntos, né?”, falei, caindo no colo dele. “Sim, rainha do anal pra caralho”, ele respondeu, me beijando. Saímos, o cu pulsando, coroada pela noite.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Relacionados

Primeira Chupada Selvagem: Experiências de Swing e Fetiche

Após o fim do meu casamento, quando decidi explorar meus desejos mais selvagens. Tinha um peguete, Luiz, com quem saía fazendo maluquices, e nossa química era pura gasolina. Certo dia, ele chegou em casa com uma novidade. “Manu, tem uma moça louca pra dar pra mim, mas eu quero você também”, disse, os olhos brilhando. “Falei que fico com ela só se minha namorada for junto, e ela topou.” Meu coração disparou, a mistura de surpresa e tesão me deixando curiosa. Passados alguns dias, ele me pegou no trabalho com essa moça ao lado. “É essa que vai te

Leia mais...

O Segredo Proibido: Confissões de um Desejo Incestuoso

O dia estava quente, um daqueles domingos abafados de verão em que o ar parece grudar na pele. Léo estava na varanda de sua casa, uma cerveja gelada na mão, o suor escorrendo pela nuca, deixando um rastro frio que contrastava com o calor do ambiente. O ventilador velho girava preguiçosamente, fazendo mais barulho do que alívio. Ele observava a rua quase deserta, com o som distante de crianças brincando e o latido esporádico de um cachorro. Foi quando viu Pedro se aproximando, os ombros curvados, o passo hesitante, como se carregasse algo mais pesado que o próprio corpo.

Leia mais...

O Perfume da Estranha – Uma Noite que Mudou Tudo

Eu, Léo, sempre me orgulhei do meu controle. Minha mente analítica e minha postura firme me mantinham no comando em qualquer situação. Mas havia uma coisa que me derrubava, que me deixava vulnerável como nada mais: minha sinestesia. O que para outros era apenas um cheiro, para mim era um toque, uma onda física que eu não podia ignorar. Alguns aromas acariciavam minha pele como dedos macios, outros me davam calafrios ou faziam meu pau pulsar sem aviso. E Nick, minha esposa, sabia disso melhor que ninguém. Desde que descobriu como os cheiros me afetavam, ela se tornou uma

Leia mais...
Rolar para cima